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Your Last Wish: em busca do fim

Foto: Dani Rod

Origem: Canadá
Género: thrash/death metal melódico
Último lançamento: “Eradicate” (2020)
Editora: independente
Links: Facebook | Bandcamp

Após oito anos em silêncio, os Your Last Wish regressaram em força com o seu thrash metal infundido com belos toques de death metal melódico e algum prog – tudo isto pode ser ouvido no novo álbum “Eradicate”. Sabe mais sobre a banda imediatamente abaixo.

«A espécie humana é movida pela ganância e fará qualquer coisa só para acumular mais poder.»

Último lançamento: «Oito anos após o segundo álbum “Desolation”, estamos de volta em força com um som mais sombrio e pesado! A novidade “Eradicate” é um álbum conceptual e explora lindamente temáticas pós-apocalípticas. O álbum foi composto e gravado inteiramente pelo guitarrista David Gagné, enquanto todas as letras foram escritas pela vocalista Roxana Bouchard. Mais da metade das faixas deste álbum bilingue são em francês. A faixa “Pandore” conta com a participação de Simon Girard, de Beyond Creation. Com uma nova formação composta por músicos experientes e talentosos e com “Eradicate” na bagagem, estamos prontos para conquistar o mundo!»

Ideia: «O conceito do álbum é pós-apocalíptico. Para resumir um pouco mais: sem importar a era, a espécie humana é movida pela ganância e fará qualquer coisa só para acumular mais poder.»

Sonoridade e influências: «Formámo-nos em 2003 e somos uma banda de death metal com conotações ao thrash metal. Somos melódicos mas agressivos, o que deve agradar aos fãs de The Black Dahlia Murder, Hatesphere e Darkest Hour. Vindos de Montreal, Canadá, encapsulamos uma ampla variedade de influências para produzir um som assustador e áspero, delicado e disciplinado. Usando-se guitarras de oito cordas, temos ainda mais possibilidades de alcançar o som desejado com riffs frenéticos e vozes malignas. Para fãs de Arch Enemy, Soilwork, The Black Dahlia Murder, Carcass e Jeff Loomis!»

Review: Do thrash ao death melódico, passando por algum tecnicismo, estes canadianos também evidenciam algumas impressões de prog. O som é pesado e poderoso, uma chapada na cara que nem sabes de onde vem, mas, para além dessa atitude desenfreada, a banda também é capaz de demonstrar maturidade na arte de compor música com cabeça, tronco e membros. À primeira audição descuidada até podes franzir a sobrancelha com tanta nova estrutura a surgir aqui e ali, mas isso será falso alarme – concentra-se e desfruta porque cada verso, cada riff, cada linha de baixo e cada fill de bateria são uma aposta ganha!

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