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White Walls: revolta contra a mania das grandezas

Ao terceiro álbum, os White Walls continuam a explorar o universo do prog metal com muito groove à mistura.

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Foto: Miluta Flueras

Origem: Roménia
Género: prog/groove metal
Último lançamento: “Grandeur” (2020)
Editora: Tentasol Records
Links: Facebook | Bandcamp

Ao terceiro álbum, os White Walls continuam a explorar o universo do prog metal com muito groove à mistura.

«Desta vez tentámos concentrar-nos o máximo que conseguimos para escrevermos excelentes canções do início ao fim.»

O álbum: «“Grandeur” é nosso terceiro álbum, e desta vez tentámos concentrar-nos o máximo que conseguimos para escrevermos excelentes canções do início ao fim, das quais ficássemos orgulhosos pelo resto das nossas vidas.»

Conceito: «A temática à volta de “Grandeur” é sobre auto-importância, a falta de empatia, revolta, guerra, religião, as fachadas que erguemos para encobrir a nossa decadência social e as ilusões de grandeza que nós, as partículas de poeira dos peidos do universo que somos, ousamos ter.»

Evolução e referências: «O nosso caminho musical levou-nos de uma mistura efervescente de riffs, acordes e fills para, esperançosamente, uma banda que sabe compor uma música e contar uma história. Algumas das nossas maiores influências nesse sentido foram The Postman Syndrome / East of the Wall, Opeth, Between the Buried and Me, The Ocean e muitos mais, a lista nunca teria fim.»

Review: A Roménia não é o primeiro país que te vem à cabeça quando pensas em metal, mas aos poucos lá se vão descobrindo bandas daí oriundas. Se gostas de surpresas, então White Walls é uma. Cheio de groove, o colectivo de Constanța apresenta-se com uma sonoridade deveras melódica e emocional que se enquadra no espectro do metal progressivo mais moderno. Temas como “Eye for an I” representam bem os picos e vales emocionais que os White Walls conseguem criar.

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