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The Phobos Ensemble: desprovidos de pavor

Sem se comprometerem com um só subgénero, os The Phobos Ensemble têm em “Fairytales Gone Evil” uma panóplia de experiências, que vão do jazz ao black metal.

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Género: freestyle metal
Origem: Áustria
Último lançamento: “Fairytales Gone Evil” (2018)
Editora: independente
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Entrevista e review: Diogo Ferreira

Sem se comprometerem com um só subgénero, os The Phobos Ensemble têm em “Fairytales Gone Evil” uma panóplia de experiências, que vão do jazz ao black metal.

«The Phobos Ensemble é o resultado da evolução individual dos seus membros.»

Objectivos: «Queríamos impor todas as nossas habilidades neste lançamento, bem como mantermo-nos actualizados e cheios de diversidade. Assim, as pessoas podem esperar uma experiência de metal com espectro completo, tanto técnica como musical.»

Conceito: «”Fairytales Gone Evil” é um registo conceptual em que inserimos alguns contos de fadas num estilo de metal diferente em cada música. A gama abrange praticamente todos os estilos de metal: do mathcore ao thrash metal.»

Evolução: «The Phobos Ensemble é o resultado da evolução individual dos seus membros. Portanto, a banda nunca se comprometeu com um som específico, mas com a diversidade, tanto nas composições como no palco. Cada música é diferente da outra, mas cada uma traz a assinatura de todos os membros da banda. O som dos The Phobos Ensemble foi rotulado como freestyle metal.»

“Fairytales Gone Evil”: «Cada música deste lançamento reflecte uma influência diferente como parte do conceito. A inaugural “The Unholy Driver” tem no seu título uma referência a “Holy Diver” do Dio, mas o som é muito mais parecido com algum deathcore moderno. “Knueppel” é muito jazzy e suave, mas transforma-se logo numa tez brutal, talvez um pouco à Meshuggah. “Scared God” é o clássico metalcore em referência a The Sorrow, enquanto “Bootcat” tem como alvo o estilo mais groovy do metal. Se gostarem mais de thrash metal, como Exodus ou Testament, vão gostar de “The Only One”. E finalmente, para todos os fãs de black metal, há “Pink to Black”.»

Futuro: «Planeamos lançar o nosso terceiro trabalho em 2020. Os fãs podem esperar outra obra-prima de The Phobos Ensemble à volta do tema do caos. Também está prevista uma grande digressão para promover o álbum, bem como apresentações em festivais por toda a Europa.»

Review: Se gostas de leads ultramelódicos apoiados por blast-beats poderosos e vozes crocitantes, então esta banda austríaca é para ti. Para além destes ingredientes sónicos, ainda há um grande peso emocional em faixas como “Pink to Black”, que nos agarra do princípio ao fim sem grande dificuldade. Menos notório, mas existente, é a incorporação de elementos progressivos que se encontram na cadência entre secções velozes e calmas.

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