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Saint City Orchestra: festa, punk e folk

Festa, punk e folk é tudo o que podemos esperar dos boémios suíços Saint City Orchestra.

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Origem: Suíça
Género: celtic punk
Último lançamento: “Chaos” (2018)
Editora: independente
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Entrevista: Diogo Ferreira | Review: João Correia

Festa, punk e folk é tudo o que podemos esperar dos boémios suíços Saint City Orchestra.

«Queremos manter a mente o mais aberta possível para podermos trabalhar sem barreiras.»

Objectivos: «O nosso principal objectivo era, num sentido musical, criar um tema recorrente ao longo do álbum. Não queremos que o ouvinte sinta que está a ouvir uma compilação de estilos ou bandas diferentes. Como somos uma banda ao vivo, tentamos trazer a energia dos nossos concertos, que compartilhamos com a plateia, directamente para o álbum. Assim, podem esperar muita energia.»

Conceito: «Não existe um conceito principal no álbum, mas a mensagem, por outro lado, foi bem clara para nós. Tive que enfrentar algumas mudanças importantes na minha vida, algo que eu realmente não queria. Portanto, todas as letras vão em direcção a não se perder o poder de te levantares novamente todas as vezes que cais e procurar novos destinos. Quanto à música, queríamos mantê-la muito simples. Não ouvirão nenhum instrumento no disco que não possamos tocar em palco. O estilo é Irish punk rock sem guitarra eléctrica, mas bem in-your-face

Evolução e referências: «É o nosso primeiro disco, por isso é difícil ver já uma evolução sonora. Mas o que mudámos do EP para o LP tem a ver com um novo drum-set. Portanto, está a ir tudo mais para o punk-rock, com mais energia e assim por diante. Não temos ídolos musicais, isso forçar-nos-ia a um canto de onde não sairíamos novamente. Queremos manter a mente o mais aberta possível para podermos trabalhar sem barreiras.»

Review: Os suíços Saint City Orchestra são os fiéis representantes europeus do celtic punk perpetrado por nomes maiores como Dropkick Murphys ou Flogging Molly. Faixas como “A Toast” conseguem criar mais energia e suor num (literal) bailarico do que tantas bandas de metal a que por vezes assistimos. O quarteto helvético sabe o que faz e não se poupa a exibir os seus dotes, do bandolim ao acordeão, do contrabaixo ao violino, sempre com um espírito boémio. Acompanham bem com um Jameson a qualquer hora do dia.

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