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Roots Bloody Roots: a história dos 12 meses que destruíram Sepultura

“Roots” transformou os Sepultura em super-estrelas – mas a fama separou-os. Max, Iggor, Andreas e Paulo recordam o ano mais turbulento das suas carreiras.

“Roots” transformou os Sepultura em super-estrelas – mas a fama separou-os. Max, Iggor, Andreas e Paulo recordam o ano mais turbulento das suas carreiras.

Sepultura foi a maior história de sucesso em meados dos anos 90. Quatro miúdos vindos do remanso cultural de Belo Horizonte, Brasil, foram do submundo do death metal sem esperança a embaixadores globais do seu país e do metal como um todo.

O ainda explosivo álbum de 1989, “Beneath the Remains”, foi prova dum génio iminente, mas foi o quinto álbum, “Chaos AD” de 1993, que viu os Sepultura subirem vários níveis, levando-os mais além do que os seus contemporâneos. A mistura inovadora de ruído dentado e influências sul-americanas soou como nada antes tinha soado, com o vocalista Max Cavalera a enfurecer-se contra a corrupção e a estupidez com a convicção de um homem que não tinha mais nada a perder.

O álbum funcionou instantaneamente, atingindo o top 20 no Reino Unido e o top 40 nos Estados Unidos como um cocktail Molotov. Seguiram-se digressões de sucesso com nomes como Pantera e Ministry.

«Durante a produção do “Chaos AD” estávamos muito focados, muito organizados, muito ligados», diz o guitarrista Andreas Kisser. «Estávamos unidos, foi um momento muito especial na carreira de Sepultura.»

Mas havia desvantagens. As pressões do sucesso e as responsabilidades de serem os porta-estandarte duma nova geração de bandas metal começaram a afectar a formação clássica dos Sepultura: Max, Andreas, o baixista Paulo Jr. e o baterista, irmão de Max, Iggor Cavalera.

«De repente, somos uma máquina muito grande e não conseguimos compreendê-la», diz Max. «Não sabíamos como lidar com isso.»

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Em Outubro de 1995, os Sepultura entraram no Indigo Ranch Studio, em Malibu, para gravarem o sucessor de “Chaos AD” com o ascendente produtor de nu-metal Ross Robinson. O álbum foi feito com base nas influências brasileiras indígenas do seu antecessor, levando-os simultaneamente para mais longe do seu passado death metal em direcção a uma bateria incendiária movida a groove.

Max: «Não havia pressão no aspecto musical. Provámos que conseguíamos levar isto para qualquer direcção que quiséssemos, e foi óptimo.»

Iggor: «O Max surgiu com a música “Roots” muito cedo, e a partir daí construímos, a pensar sobre quais seriam as raízes da nossa música. Fizemos muitas experiências malucas.»

Andreas: «O Ross Robinson tinha uma perspectiva completamente nova. Ele chegou e mostrou-nos muitas novas possibilidades. Ele trouxe mesmo aquela ideia de brasilidade: improvisos, abordagem livre para tudo.»

Iggor: «Ele dava um monte de ideias malucas. Lembro-me de voltar do estúdio com uma fita que tínhamos feito, e não sabia o que fazer com ela, porque havia muita coisa a acontecer – mil guitarras num take com ruídos e percussão, esse tipo de coisas. Eu estava um bocado confuso.»

Max: «O melhor foi existir a combinação entre o Ross e o [engenheiro] Andy Wallace. O Ross fez a gravação sozinho e soava a merda de cão – não dava para consumo humano. Enviámos a gravação ao Andy. Foi como enviar-lhe um diamante coberto de merda, e ele teve de limpar a merda para fazer o diamante brilhar, que foi o que ele fez.»

Paulo: «Quando o Andy entrou em cena, ele sabia como fazer aquela massa realmente barulhenta e suja soar bem.»

Andreas: «Foi muito positivo. Acho que foi mérito da banda – canalizar as coisas que estavam a acontecer nas nossas vidas para a nossa música.»

Lançado no início de 1996, “Roots” baseou-se no sucesso do seu antecessor em ambos os lados do Atlântico. Mas rachas imperceptíveis estavam a abrir-se no seio da banda. De um lado estava Max e a sua esposa Gloria, a agente da banda. Do outro estavam Andreas, Paulo e Iggor.

Andreas: «As coisas começaram a ficar um bocado estranhas antes disso. Quando o [filho de Max e Gloria] Zyon nasceu, em vez de porem uma banda na capa de uma revista, puseram o Max com o filho. Isso não tem nada a ver com a banda. Ter um filho não é assim tão especial. Eu tenho três. Amo-os, mas não os uso como troféu.»

Paulo: «Acho que as coisas não estavam bem quando começámos a digressão do “Roots”. Vimos que as coisas não estavam a ser representadas da maneira que nós os três gostaríamos. A outra parte estava a obter crédito por tudo, sem se dar realmente ao resto da banda o crédito pelo que trabalhámos.»

Andreas: «Os conceitos de como os Sepultura deveriam ser estavam a mudar. O Max já estava a desligar-se da unidade que tínhamos. Era uma onda do tipo: um vocalista com a sua banda de apoio. E a Gloria estava a fazer um trabalho horrível – nem tentava organizar as coisas.»

Iggor: «Havia muita coisa estúpida. Apenas muito drama por nada. Chegas ao ponto em que viajas tanto que pequenas coisas podem ser muito dramáticas. É como Spinal Tap – as pessoas passavam-se por não terem a sanduíche que queriam.»

Max: «Começámos a ver uns tipos suspeitos nos bastidores, agentes a encontrarem-se com os outros três, a tentarem roubar a gestão da banda à Gloria.»

Andreas: «Sepultura só funciona se formos uma banda, se conseguirmos conversar e respeitar. Chegámos a um ponto em que subíamos ao palco só para tocar, e era assim que eles queriam continuar.»

Em Agosto de 1996, os Sepultura chegaram ao Reino Unido para tocarem no festival Monsters of Rock em Castle Donington – iam abrir para Kiss e Ozzy. Foram recebidos pela trágica notícia de que o filho de Gloria, Dana Wells, tinha morrido num acidente de carro em Phoenix.

Andreas: «Tínhamos acabado de chegar à Inglaterra para tocar em Castle Donington, e recebemos a notícia. Fui eu quem deu a notícia à Glória. Tirei-a da sala e disse-lhe.»

Max: «No minuto em que chegámos bateram à porta e era o Andreas – ele tinha uma expressão pálida e fantasmagórica como eu nunca tinha visto antes, e percebi que algo estava incrivelmente errado. Ele disse à Gloria: ‘O teu filho morreu.’ A partir daquele momento, o dia todo foi um descontrolo. A Sharon e o Ozzy Osbourne ajudaram-nos mesmo muito – foram eles que nos ajudaram a regressar a casa. Sem eles, não conseguiríamos ter voltado a casa tão rápido.»

Andreas: «Tínhamos um grande concerto, nas nossas cabeças era provavelmente um dos maiores da carreira dos Sepultura, e decidimos ir em frente e dar o concerto como trio. Fico feliz por o termos feito. Havia emoções mistas. Uma profunda tristeza por causa duma grande perda, mas, ao mesmo tempo, tocar em Castle Donington. Foi muito estranho. Acho que nunca vou passar por algo assim novamente.»

Max: «Passei a noite antes do funeral com o Jason Newsted, a fazer uma cassete com as músicas favoritas do Dana. Pusemos um leitor de cassetes no caixão e deixámos a tocar até as pilhas acabarem. Durante o funeral houve uma jam-session entre o Andreas e o Jason, a tocarem guitarra acústica – fizeram isso pelo Dana. Foi lindo, realmente comovente.»

Andreas: «Mas a partir desse ponto, toda a instabilidade emocional ficou maior. Especialmente da parte da família da Gloria.»

Em vez de unir as duas facções em conflito, a morte de Dana apenas os afastou ainda mais. As tensões que estavam latentes começaram a ferver após Donington. Andreas, Paulo e Iggor decidiram que já não queriam que Gloria gerisse Sepultura.

Andreas: «Tínhamos um contrato. Tínhamos um instrumento jurídico do nosso lado, em que podíamos exercer a opção de não continuar com a Gloria porque queríamos mudar a forma como os negócios de Sepultura eram feitos. E eles não queriam ouvir.»

Max: «Os outros três pararam de falar com a Gloria completamente, o que foi muito frio. Quem é que faz isso? Eu tinha o meu próprio irmão a fazer isso, o que era muito difícil de entender.»

Paulo: «Tentámos falar com o Max, mas era difícil.»

Max: «Não mudas as pessoas sem motivo. Se não estivesse a funcionar, eu percebia o motivo da mudança, [como] ‘sim, vamos mudar, temos de fazer alguma coisa.’ Mas não foi o que aconteceu. Tínhamos mais sucesso do que nunca. Era incompreensível.»

Andreas: «Tivemos uma grande discussão com a Gloria em Buenos Aires [a 14 de Novembro de 1996]. Foi aí que os Sepultura terminaram. Mas decidimos ir para a Europa fazer a digressão, tentar tornar Sepultura possível durante mais um ano. Foi de doidos.»

A digressão europeia dos Sepultura começou na Bélgica a 20 de Novembro de 1996 e terminou pouco menos de um mês depois na Brixton Academy de Londres a 16 de Dezembro – o dia em que o contrato com Gloria Cavalera terminou. Imediatamente após aquele último concerto, todos os problemas que se estavam a formar vieram finalmente à tona. Curiosamente, os ex-companheiros de banda têm visões muito diferentes sobre como foi o concerto.

Max: «Foi fantástico, muito energético, alta energia – tocámos muito bem.»

Andreas: «Sei que foi óptimo e tudo, mas poderia ter sido muito melhor se fôssemos uma banda.»

Paulo: «Foi uma merda.»

Iggor: «No fim, foi do tipo: ‘Não dá para continuar assim.’ Foi quando tomámos a decisão que tomámos.»

Andreas: «Terminámos o contrato com a agente ali, e [o Max e a Gloria] decidiram deixar Sepultura.»

Max: «Acho que não foi no camarim. Foi na viagem de autocarro, na ida para o aeroporto. Provavelmente bebi um pouco, então estava no limite. Disse-lhes: ‘Se era assim que ia ser, f*dam-se todos, estou fora.’»

Iggor: «Não sei se alguém tentou convencer o Max a não ir embora. Foi uma altura muito turbulenta.»

Andreas: «Claro que tentámos convencer o Max a não ir embora.»

Max: «A Gloria tentou convencer-me do contrário. Ela disse-me para continuar com eles. Eu não conseguia. Simplesmente não conseguia. Não sou esse tipo de pessoa. Não consigo f*der as pessoas assim. Ela é mesmo boa pessoa – vai com eles, fica com eles. Eu fiquei do tipo: ‘Não te vou fazer isso. É absurdo.’ Eles fizeram uma reunião para me tentarem trazer de volta.»

Andreas: «É muito difícil quando fazes uma reunião com o Max e o Iggor. Podes passar duas horas a conversar, a explicar as coisas, e de alguma forma eles vão embora e nada acontece. É uma maneira muito estranha de se fazer negócio.»

Com a chocante notícia da separação de Max dos seus ex-companheiros, ambas as partes retiraram-se para fazerem um balanço. Inevitavelmente, o relacionamento rompido tornou-se venenoso, com farpas lançadas na imprensa. Em privado, ambas as partes enfrentavam um futuro incerto.

Max: «Eu podia ter dito: ‘F*dam-se, esta é a minha banda.’ Podia, se quisesse. Era a minha banda, inventada por mim, o nome e tudo. Apenas senti que era mais fácil ir embora. Mas foram seis meses infernais. Eu morava no meu quarto, só a beber e a dar na droga o dia todo. Não queria nada com música.»

Andreas: «Fomos abandonados. Perdemos tudo o que demorou 10 anos a construir. Tivemos de cancelar concertos na Austrália e no Japão – foi muito mau. Animosidade com promotores e tudo. Todos os orçamentos e muito dinheiro foram para Soulfly. O Ross Robinson e o Andy Wallace foram para o Max. Tivemos de reconstruir tudo.»

Paulo: «Ninguém nos deu o crédito que merecíamos. Tivemos de começar do zero.»

Max: «Eu não sabia o que eles iam fazer, honestamente. Mas o Andreas é um tipo muito ambicioso. Eu sabia que ele, provavelmente, iria encontrar alguém e tentar. Achei que eles até poderiam conseguir alguém como o Robb Flynn. Eu estava do tipo: ‘Se acontecer, estou f*dido.’»

Andreas: «Queríamos mudar o nome, começar algo completamente diferente. Mas, lentamente, pusemos as nossas cabeças no lugar e equilibrámos todas as opções e conversámos com muitas pessoas. Estávamos há nove meses à procura dum novo agente, um novo vocalista, um novo produtor – à procura duma nova maneira para manter Sepultura a funcionar.»

Max: «A parte mais difícil foi o Iggor, porque era o meu irmão. Eu fiquei do tipo: ‘Como é que pudeste fazer-me isto?’ Não sei, pá. Tinha um pouco a ver com ganância, tinha um pouco a ver com a natureza humana.»

Iggor: «Foi horrível. Eu e o Max fomos tão unidos durante tantos anos, a fazermos as nossas cenas – foi muito difícil. Mas quem tem irmãos sabe que é completamente diferente de se lidar com um amigo. Com um irmão não se resolve apenas a conversar. É necessário que algo extremo aconteça para que entendam o que está a acontecer.»

Na corrida para se lançar um álbum, o novo projecto de Max, Soulfly, foi o primeiro. A estreia homónima aconteceu em Abril de 1998 – foi produzida por Ross Robinson e apresentava membros de Fear Factory, Deftones, Limp Bizkit e Dub War. Os Sepultura reconstituídos, agora com o vocalista americano Derrick Greene, surgiram seis meses depois com “Against”. Ambos os álbuns foram acompanhados por farpas na imprensa direccionadas ao outro lado – um padrão que se repetiria nos anos seguintes. Mas uma nova convulsão atingiu os Sepultura em 2006, quando Iggor abandonou o barco para se reunir com o irmão.

Iggor: «A decisão de deixar Sepultura não foi difícil. Era mais difícil continuar sem o meu irmão. Tinha acabado de ter um filho e a minha esposa estava muito triste: ‘O teu irmão nunca viu o nosso filho, não está certo.’ E eu fiquei do tipo: ‘Ela tem razão.’ Portanto, procurei-o e falei com ele. Foi o primeiro passo.»

Max: «Ele voltou e pediu desculpa. Ele disse à Gloria que estava errado, o que é óptimo. Admitir que estava errado foi muito porreiro da parte dele.»

Iggor: «Voei para Phoenix para estar com o Max. Fomos muito influenciados pela cena toda com Pantera, a cena do Dimebag – do tipo: ‘Olha, aqueles gajos não podem fazer o que estamos a fazer agora.’ Sabemos como a vida é muito curta. Então, eu estava do tipo: ‘F*da-se, só quero estar com o meu irmão.’»

Com os dois lados a cercarem-se cautelosamente com os dentes arreganhados, parecia haver poucas hipóteses para uma reunião da formação clássica dos Sepultura, apesar das enormes ofertas postas à sua frente pelos promotores. Depois, no final de 2010, circularam rumores de que a banda estava a planear reunir-se. Os Sepultura divulgaram uma declaração em vídeo a refutar os boatos.

Max: «Eu estava a tentar. Achei que seria muito porreiro. Especialmente depois de ter visto os Faith No More a voltarem. É do tipo: ‘Por que é que não conseguimos fazer o mesmo?’ Na verdade, falei com o Andreas por telefone sobre isso, assim: ‘Vá lá, pá, vamos fazer isto. Vamos lá, c*ralho. O mundo inteiro quer isto. Seria óptimo.’ E ele concordou comigo – algumas semanas depois, estava tudo de volta à merda. Eu fiquei do tipo: ‘F*da-se, não vou tentar mais.’»

Andreas: «Houve muitas conversas sobre a reunião, especialmente com a Gloria. São sempre eles a abordarem-nos.»

Iggor: «Acho que houve alguma conversa. Mas nunca me sento com esses gajos para discutir o que quer que seja, portanto não sei quão sérias essas coisas foram.»

Andreas: «Tocámos num festival na Alemanha [em 2009], Sepultura e Soulfly pela primeira vez. O nosso autocarro estava estacionado aqui e o deles a poucos metros de distância. Eu fui lá, a Gloria estava lá. Dou-lhe um abraço: ‘Ei, como é, como é que isso anda?’ E, desde então, ela disse: ‘Ok, talvez pudéssemos pôr as coisas más para trás e tentar novamente.’ Não se foi mais longe porque é algo completamente fora da realidade. Não faz parte do que somos. Aqueles Sepultura que eles têm em mente não somos nós.»

Max: «A Gloria teve a ideia para o Iggor e eu fazermos uma digressão com o álbum “Roots” [a Roots Reunited Tour de 2017]. Acho que muitos fãs só queriam ouvir a voz e a bateria originais. Eles não se importaram que o Paulo e o Andreas não estivessem na fotografia, o que foi comprovado pelo sucesso da digressão. Esgotou em todo o lado. Foi uma excelente digressão.»

Andreas: «É triste arrastar o passado. É por isso que não gastamos o nosso tempo a fazer digressões de tributo e essas merdas. Estamos muito focados no que estamos a fazer agora, hoje. Usamos a nossa energia e esforços para criar uns novos Sepultura todos os dias.»

Hoje, o fosso entre Sepultura e os irmãos Cavalera é maior do que nunca. Ambos os lados continuam a lançar álbuns com vários graus de aclamação, embora com apenas uma fracção do sucesso comercial que tiveram com “Chaos AD” e “Roots”. Quando se trata do que poderia ter sido, todos os membros permanecem filosóficos sobre o assunto.

Iggor: «Não faço ideia de como as coisas seriam se tivéssemos resolvido os problemas.»

Max: «Acho que seríamos extremamente grandes se tivéssemos ficado juntos. Não tão populares como Metallica, mas populares. Mas depois Soulfly aconteceu, portanto foi uma bênção disfarçada. Falei com o Andreas pela última vez há seis anos e não falei com o Paulo nenhuma vez. Nunca.»

Andreas: «Se tenho saudades de estar numa banda com o Max? Não. Nada. Não o conheço hoje. Não sei que pessoa ele é.»

Max: «Houve alguns bons momentos, não foi tudo mau. Na verdade, divertimo-nos muito. As amizades eram porreiras, sabes? Sinto falta dessa sensação – ‘podemos fazer isto, podemos conquistar o mundo.’»

Andreas: «Não há nenhum arrependimento. Não vejo por que é que nos devíamos arrepender quando agora estamos num lugar melhor.»

Max: «Talvez devêssemos ter feito uma pausa de um ano e voltado melhores do que nunca. Talvez tivéssemos encontrado uma solução para a cena toda com a Gloria, a cena toda da gestão. Naquela altura não estávamos a pensar nisso. As cabeças quentes prevaleceram. Teria feito algo diferente? Não sei. Acho que tinha de acontecer assim.»

Consultar artigo original em inglês.

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