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Psycho Visions: de todos e de ninguém, mas nosso

Inseridos num vasto espectro de sonoridades metal, incidindo-se mais no death metal melódico, os Pyscho Visions apresentam a sua visão muito singular daquilo que fazem.

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Origem: Polónia
Género: death/modern metal
Último lançamento: “Our Own” (2020)
Editora: independente
Links: Facebook | Bandcamp

Inseridos num vasto espectro de sonoridades metal, incidindo-se mais no death metal melódico, os Pyscho Visions apresentam a sua visão muito singular daquilo que fazem.

«Criamos arte para todos e para ninguém – é este o lema que nos orienta.»

Objectivos: «O nosso objectivo principal é criar música que seja significativa e agradável para o público. Ao mesmo tempo, queríamos criar algo interessante e diverso, para evitar sermos repetitivos. Queremos manter o ouvinte interessado e surpreendido com a nossa música. Podem esperar melodia e energia, tudo reunido em composições nada óbvias.»

Conceito: «Não é um álbum conceptual, e cada composição é independente e separada. No entanto, a mensagem é clara e cada pessoa conseguirá identificar-se com o que estamos a dizer. O nosso conteúdo lírico não é abstrato. Falamos sobre coisas que cada um de nós enfrenta: relações difíceis e complexas na sociedade, problemas em corresponder às expectativas de alguém, encontrar pessoas que só nos querem usar e muito mais. Estamos todos juntos e esperamos que a música ajude alguém a passar por isto ou a ter a perspectiva necessária. Criamos arte para todos e para ninguém – é este o lema que nos orienta.»

Evolução: «Trabalhamos sempre como banda, portanto cada um de nós acrescenta a sua música e o seu instrumento à canção final. Além disso, neste disco todos fizemos vozes, portanto é mais único e mais nosso. Esta é a forma normal de evolução da banda quando comparado com o nosso lançamento anterior. Ouvimos bandas diferentes, de géneros diferentes, por isso é impossível apontar referências musicais. Simplesmente há muitas. A única maneira de dizer isto será: qualquer boa música que acharmos interessante pode ser uma referência. Mas o mesmo acontece com qualquer outra obra de arte, movimento, ideia ou qualquer outra coisa. Um dos nossos princípios é: “a liberdade de criação é o maior valor que possuímos”. E estamos a fazer o nosso trabalho em consonância com este lema.»

Review: Podendo ser inseridos no campo do death metal melódico e, em certa extensão, também moderno, este quarteto polaco inclui algumas abordagens mais dissonantes e inquietantes na sua sonoridade, como se pode ouvir em temas como “Everywhere yet Nowhere”, originando assim um teor mais enegrecido e condenado do que o mais épico e enérgico que estamos habituados a ouvir neste subgénero metal. Para além destes componentes mais evidentes, há também espaço para breves, mas audíveis, inclinações ao prog metal.

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