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Piranha: reerguidos das sombras

Pouco mais de duas décadas após o primeiro e único LP na carreira, os gregos Piranha regressam às lides do metal com a renovada intenção de promoverem o metal helénico. “Arise from the Shadows” é a novidade da banda.

Origem: Grécia
Género: melodic death metal
Último lançamento: “Arise From The Shadows” (2020)
Editora: 7Hard/7us Media
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Pouco mais de duas décadas após o primeiro e único LP na carreira, os gregos Piranha regressam às lides do metal com a renovada intenção de promoverem o metal helénico. “Arise from the Shadows” é a novidade da banda.

«O nosso objectivo é sermos capazes de espalhar a nossa música pelo mundo e sermos capazes de promover a cena metal grega o mais longe que pudermos.»

Novo álbum: «“Arise from the Shadows” é mais melódico e tem mais elementos atmosféricos, mas ao mesmo tempo é mais agressivo do que os anteriores – e isso é ainda mais destacado pela produção muito boa que conseguimos fazer. Claro que todo o esforço foi muito difícil porque a pandemia atacou-nos a meio das gravações, mas conseguimos terminar e entregar tudo à editora 7Hard a tempo. A gravação foi feita no estúdio do nosso guitarrista Dennis e no estúdio S.I.A. Recordings pelo nosso amigo Savvas Betinis dos Acid Death, que achamos ter feito um excelente trabalho. Utilizámos muita tecnologia digital (modeladores de amplificadores, simuladores de cabines, perfis) nas guitarras e baixo. Também usámos muitos novos elementos, como vozes femininas (a voz maravilhosa da Nadia), detalhes negros e épicos, e até alguns elementos de black metal. O nosso objectivo é sermos capazes de espalhar a nossa música pelo mundo e sermos capazes de promover a cena metal grega o mais longe que pudermos.»

Conceito: «A ideia principal é o nosso regresso à música extrema após 20 anos de calma e inactividade. Através das músicas e letras do álbum tentamos apresentar muitas histórias diferentes. “Eternal Night” é uma história de terror, “Endless Dream” é sobre um sonho sombrio, “Rotten Mind” é a história de um assassino, “Dead Boat” é um épico sombrio, “Haze” é um conto faustiano, o tema-título é uma história clássica sobre a batalha eterna entre as trevas e a luz.»

Sonoridade e referências: «Acreditamos que o álbum une a velha-escola do death/thrash metal (cru e agressivo) com um som pesado moderno misturado com diversos elementos atmosféricos e negros. As nossas referências musicais são as boas e velhas bandas de death metal dos 1990s, como Malevolent Creation, Sepultura, Possessed, Slayer, mas também nomes mais modernos como Children of Bodom, Amon Amarth e Arch Enemy.»

Review: Com breves toques adocicados de heavy metal e algum teor gótico aqui e ali, os Piranha emergem realmente quando nos oferecem a sua abordagem de death metal melódico em que se cruzam as escolas suecas e gregas. Sem grandes complicações, a sonoridade do grupo é directa mas eficaz, acabando mesmo por se torna memorável. Tudo fica muito mais apetecível quando os nossos ouvidos se deparam com arranjos atmosféricos e orquestrais que preenchem o fundo musical de forma quente e imperial. É para se ouvir repetidamente!

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