#Guitarrista

Subsolo

Nunslaughter: devastação sónica regada com blasfémia

Nunslaughter devastam novamente!

Origem: EUA
Género: death metal
Novo lançamento: “Red Is the Color of Ripping Death” (2021)
Editora: Hells Headbangers
Links: Facebook | Bandcamp

Com muitos quilómetros de fita na discografia, os Nunslaughter sabem muitas coisas, mas há uma que desconhecem: abrandar não está no dicionário dos veteranos. Assim, neste Verão de 2021 atacam a cena underground e mundial com mais um registo de death metal blasfemo sem igual.

«Queríamos que este álbum fosse um comboio a vir contra ti a 160 km/h.»

Álbum: «O nosso objectivo com o novo álbum era criar uma experiência feroz que faça com que as pessoas ouçam repetidamente. Algumas das músicas vêm de maquetes mais antigas do nosso antigo baterista Jim Sadist (R.I.P.) e algumas vêm de material novo composto pela banda. Podem esperar um álbum que não vai por atalhos, mas soa nítido e claro. Nunslaughter não precisa de samples de bateria ou edição – é uma banda muito boa.»

Conceito: «Não há um tema abrangente para este álbum, apenas aquilo que os fãs de Nunslaughter podem esperar: anti-religião, zombies, satanás e perda. Musicalmente, queríamos que este álbum fosse um comboio a vir contra ti a 160 km/h. E as vozes do Don nunca soaram tão bem.»

Evolução e influências: «A banda nunca esteve tão coesa, o que ajuda na progressão natural da música. Conseguimos tocar mais rápido e mais forte do que nunca, portanto, naturalmente, tocamos mais rápido e mais forte.
As nossas influências variam entre os membros da banda, mas este álbum em particular foi inspirado por Hellhammer, Venom, as primeiras maquetes de Death e Autopsy.»

Review: Veteranos do death metal norte-americano (a fundação acontece em 1987), e também alvo de culto, os Nunslaughter têm uma discografia repleta de EPs e splits. Neste Verão de 2021 lançam mais um registo (desta vez um álbum) e continuam ferozes como sempre foram, com um death metal robusto e insano que emana rapidez, riffs certeiros e muita blasfémia. Ainda que contemporâneos (a produção fala por si), a banda não esquece as raízes influenciadas por projectos seminais como Hellhammer, mas mantém a sua assinatura sónica muito própria e coesa que não se desgasta com o passar dos anos.

Facebook

Apoia a nossa causa

Destaques

Notícias

Artigos

Mundo das Guitarras © 2021