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Nihilo: tudo morre

Os suíços Nihilo investem a sua energia na prática da ancestral arte do death metal da velha guarda, com influências claras e qualidade suficiente para lhes prestarmos atenção.

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Origem: Suíça
Género:  death metal
Último lançamento: “Doom” (2018)
Editora: Art Gates Records
Links: Facebook | Bandcamp
Entrevista e review: João Correia

Os suíços Nihilo investem a sua energia na prática da ancestral arte do death metal da velha guarda, com influências claras e qualidade suficiente para lhes prestarmos atenção.

“O conceito fala sobre a nossa desgraça, sobre a queda da humanidade”

O que esperar: «Concentrámo-nos num registo mais directo, brutal e sombrio, sem truques. Um disco na tradição dos Nihilo significa combinar influências antigas e novas de death metal com variedade suficiente para manter as coisas interessantes e sem nos afastarmos do núcleo central.”

Conceito: «Como o próprio título indica, o conceito fala sobre a nossa desgraça, sobre a queda da humanidade. É uma necessidade inevitável.»

Influências: «O nosso som evoluiu em direcções diferentes, mas o death metal à moda antiga continua a ser a base nuclear. Bandas como Morbid Angel, Cannibal Corpse, Nile, Behemoth, Conan e muitas outras tiveram algum impacto em nós. Sempre gostámos de incorporar outros elementos e ainda permanecer fiéis a nós mesmos e ao núcleo que constrói o death metal.»

Review: O death metal dos Nihilo é uma oferta muito bem baseada nalgum do melhor som de há cerca de três décadas. Agressivos mas técnicos, podres mas nítidos, os suíços criaram nove temas influenciados por alguns dos nomes maiores da cena, como Death, Morbid Angel ou Nile. Com solos e riffs que remetem para os melhores momentos dessas bandas (em “Abuse Of Confidence” ou “Death Prevails”, por exemplo), os Nihilo não deixam pedra sobre pedra em “Doom”. A conferir.

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