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Netflix: 5 bandas sonoras que precisas de ouvir

A Metal Hammer Portugal apaixonou-se pela banda sonora de cinco séries da Netflix que precisas de ouvir e ver!

A Metal Hammer Portugal apaixonou-se pela banda sonora de cinco séries da Netflix que precisas de ver e ouvir!

PEAKY BLINDERS

A história começa em 1919, na cidade de Birmingham, e gira à volta do gangue da família Shelby, liderado pelo cruel Tommy Shelby (interpretado por Cillian Murphy). A começar pelo genérico da autoria de Nick Cave & The Bad Seeds, ao longo das cinco temporadas que compõem esta história pós-Primeira Guerra Mundial, somos brindados com nomes como Black Sabbath, Joy Division, David Bowie, PJ Harvey, The White Stripes, Radiohead ou Idles, assim como outras contribuições de nomes cuja sonoridade indie e post-punk acrescentam toda uma autenticidade à atmosfera enevoada e apocalíptica da série criada por Steven Knight.

FREAKS & GEEKS

Não sendo um original Netflix, a série de culto de Judd Apatow faz parte do catálogo da plataforma de streaming, tendo causado um tumulto online quando foi anunciado que deixaria de estar disponível para visualização. Passada no início da década de 1980, “Freaks & Geeks” dá-nos a conhecer as vidas de adolescentes interpretados por um elenco de luxo, composto por Linda Cardellini, John Francis Daley, James Franco, Seth Rogen e Jason Segel, ao som de clássicos dos Queen, Van Halen, Boston, Kansas ou The Who. Quando o disco substitui o rock, sabemos que não está tudo perdido quando estes jovens descobrem a magia de uns Grateful Dead ou o caos dos Black Flag.

STRANGER THINGS

Numa das séries do momento, em que os jovens actores favoritos do público investigam eventos sobrenaturais numa produção tipicamente americana, em que o terror abraça a ficção científica, há temas de Joy Division, David Bowie, Mötley Crüe, The Clash, Jefferson Airplane, entre outros nomes que foram uma verdadeira banda-sonora nos anos 1980.

MINDHUNTER

O thriller Mindhunter explora a investigação dos agentes Holden Ford e Bill Tench que, juntamente com a psicóloga Wendy Carr, criam e desenvolvem a Unidade de Ciências Comportamentais do FBI. Como? Ao entrevistar serial killers. Inspirada em factos reais, esta história (que nos dá uma visão do mundo de pessoas como Charles Manson, Richard Speck ou David Berkowitz) é acompanhada por uma banda-sonora que reúne alguns temas bem ajustáveis à década de 1970, assim como de nomes mais conhecidos do público metaleiro, como Led Zeppelin, Meat Loaf e David Bowie.

THE END OF THE F***ING WORLD

James é um rapaz de 17 anos que acredita ser um psicopata e decide tentar matar alguém. Alyssa é uma adolescente rebelde e… bem, muito complicada. Os dois partem numa aventura algo ensanguentada pelo Reino Unido fora e percebem que às vezes as coisas não são tão simples quanto julgamos ser. Não esperem ouvir metal, pois não vai acontecer. No entanto, a série está preenchida por boas músicas saídas da década de 1960, assim como por muito garage rock e rock alternativo moderno que acrescenta profundidade a todos os sentimentos com que este duo improvável se depara ao longo de uma viagem atribulada.

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