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Massive Destruktion: mercenários com regras próprias

De Porto Rico chega-nos o thrash teutónico e mercenários dos Massive Destruktion.

Origem: Porto Rico
Género: thrash metal
Último lançamento: “Mercenaries” (2019)
Editora: independente
Links: Facebook | Bandcamp
Entrevista: Diogo Ferreira | Review: João Correia

De Porto Rico chega-nos o thrash teutónico e mercenário dos Massive Destruktion.

«O nosso objectivo é poder mostrar a nossa música ao mundo do metal e representar o nosso país com isso.»

Objectivos: «Tocamos há anos muitos anos e este álbum representa a conclusão dessa jornada e o início de uma nova. O nosso objectivo com este álbum é poder mostrar a nossa música ao mundo do metal e representar o nosso país com isso.»

Conceito: «Usamos o conceito de mercenários no álbum e quando tocamos ao vivo, o que significa que tocamos de acordo com as nossas regras. As músicas falam sobre guerra, morte e política, e como isso afecta o nosso modo de vida.»

Início e referências: «Começámos como uma simples banda de heavy metal com o nome Massive Distortion, mas depois tivemos a ideia de começar a fazer thrash metal e criar músicas mais agressivas; com essa abordagem agressiva, o nome mudou. Cada membro tem influências diferentes em Death, Opeth, Children Of Bodom, Possessed ou King Diamond. Isso ajudou-nos a ter ideias que apresentam conceitos diferentes. Mas, sem dúvida, as nossas maiores influências são bandas como Sepultura antigo, Sodom, Kreator, Slayer, Testament e muitas outras bandas de thrash metal.»

Review: E é de Porto Rico, a capital mundial do reggaeton, que chegam os Massive Destruktion, um quinteto de thrash metal que nos pede desculpa pelo outro estilo musical prestando culto a Sodom, Destruction e Kreator dos anos 1980. “Nations Of Doom”, extraído de “Mercenaries” (2019), é um tema extremamente agressivo e claramente inspirado no thrash metal teutónico clássico que nos faz abanar a cabeça de aprovação mal inicia, com aquela cadência de bateria inconfundivelmente alemã, mais rápida, mais maligna, mais satânica até. Se em CD é isto, imaginem ao vivo.

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