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G. Mackintosh (Paradise Lost) sobre o triunvirato doom inglês: «Acho que foi algo fabricado pelas revistas»

Durante primeira metade dos anos 1990, rebentava o black metal na Noruega e o death metal na Suécia e na Florida (EUA), mas também uma nova forma deste último subgénero em Inglaterra, algo menos pestilento, mais arrastado e melódico, com conceitos menos sangrentos e mais espirituais, em que perdição era o maior condimento. Os Anathema de Liverpool e os Paradise Lost e My Dying Bride de Halifax tornar-se-iam no triunvirato doom/death metal inglês.

Numa entrevista concedida por Greg Mackintosh (Paradise Lost) à Metal Hammer Portugal, e à semelhança do que fizemos com Aaron Stainthorpe (My Dying Bride), perguntámos ao guitarrista como encara este trio na história do metal. «Acho que foi algo fabricado pelas revistas, porque quando começámos, com os nossos três primeiros lançamentos, My Dying Bride e Anathema ainda nem existiam, ainda nem se tinham formado. My Dying Bride e Anathema formaram-se depois de termos feito o nosso segundo álbum, penso eu. Só lançaram um álbum quando lançámos o nosso terceiro. Nós conhecíamos essas bandas, claro, porque o Aaron Stainthorpe [My Dying Bride] costumava ir aos mesmos bares que nós quando éramos jovens, portanto são velhos amigos, mas não começámos as bandas ao mesmo tempo. E os Anathema, um dos seus primeiros concertos, antes de terem lançado algo, foi em suporte a nós, quando fizemos o nosso terceiro álbum. Foi anos mais tarde, quando as revistas começaram a falar destas bandas, que tomámos conhecimento disto.»

“Obsidian” é o título do novo álbum dos Paradise Lost e tem data de lançamento a 15 de Maio pela Nuclear Blast.

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