#Guitarrista

Subsolo

Kaosphere: a ordem vinda do caos

Os Kaosphere trilham o caminho quase esquecido do nu metal, mas adicionam-lhe pinceladas de metal moderno, metalcore e vários subgéneros de heavy metal para se exprimirem.

Publicado há

-

Origem: Austrália/Nova Zelândia
Género:  Nu metal/metalcore/heavy metal
Último lançamento: “No Respect” (2020)
Editora: independente
Links: Facebook
Entrevista: João Correia | Review: Diogo Ferreira

Os Kaosphere trilham o caminho quase esquecido do nu metal, mas adicionam-lhe pinceladas de metal moderno, metalcore e vários subgéneros de heavy metal para se exprimirem.

“A realidade pode ser dura, as pessoas irão sempre usar-te e abusar de ti e os caminhos que escolhemos nem sempre são os correctos.”

O que esperar: «O nosso último lançamento é um grande passo em frente em relação à nossa música anterior. Os nossos objetivos são sempre criar músicas cativantes que sejam pesadas, com elementos de thrash, death e black metal, mas também nu metal e metalcore. Ouvimos muitos sons diferentes e inspiramo-nos em muitas bandas diferentes. A nossa música reflecte isso, mas ainda lhe aplicamos groove em cima.»

Conceito: «A nossa música baseia-se na realidade e em tudo que a envolve. A realidade pode ser dura, as pessoas irão sempre usar-te e abusar de ti e os caminhos que escolhemos nem sempre são os correctos. É sobre isso que falamos.»

Influências: «São demasiadas para mencionar: Deftones, Korn, Thy Art Is Muder, Parkway Drive, Devil Driver, Threat Signal, As I Lay Dying e muitas mais, não apenas metal. Gostamos e inspiramo-nos em música rap, rock eletrónico… retiramos inspiração de tudo o que gostamos de ouvir.»

Review: O mais recente single destes australianos é uma surpresa, porque tanto levamos com uma bojarda de groove metal tenso como somos seduzidos por um lead corrido afecto ao death metal melódico, sem esquecermos as prestações vocais em que tanto se berra desalmadamente como se incorre por caminhos ligados ao nu-metal / rap-metal. Algum tecnicismo também pode ser sentido se atentarmos aos breaks que compõem o meio de uma composição que surpreende do princípio a fim.

Facebook

Destaques

Notícias

Artigos

Mundo das Guitarras © 2021