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Jinjer: «Quando pararmos de ir à procura de novos horizontes, será o nosso último dia»

Os Jinjer sobre os três singles de “Wallflowers”.

Foto: Alina Chernohor

Cada vez mais titãs do metal contemporâneo, os Jinjer, mesmo em plena pandemia, continuaram no topo do seu jogo. Após “Macro” (2019) tiveram tempo para lançar o álbum ao vivo “Alive in Melbourne” (2020) e logo começaram a trabalhar no quarto álbum de estúdio, intitulado “Wallflowers”.

«Crescer criativamente foi sempre um grande objectivo para nós», diz o baixista Eugene Abdukhanov. «No dia em que os Jinjer pararem de ir à procura de novos horizontes musicais, será o nosso último dia como banda. Podíamos criar uma rotina daquilo que os nossos pares esperam de nós ou produzir clones de “Pisces” infinitamente, mas nunca o fizemos e nunca o faremos. Em vez disso, compusemos um álbum em que o nível de emoções vai da mais feroz agressão que alguma vez tivemos às mais intricadas melodias e melancólicas ondas que alguma vez ouviram na nossa música. Decidimos romper com todas as fronteiras estilísticas sem olharmos a sucesso financeiro ou competir com álbuns anteriores. “Wallflowers” é um álbum diferente, musical e visualmente. É sobre a nossa identidade como banda, como indivíduos, e uma clara declaração de que somos diferentes da maioria dos artistas… E está tudo bem ao fazeres a tua própria cena.»

De single em single até ao lançamento do disco, com data de edição a 27 de Agosto de 2021 pela Napalm Records, os Jinjer foram criando água na boca dos seus fãs. Abaixo, com declarações da banda, revisitamos a história de cada um dos três vídeos partilhados.

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“Vortex”, 17.06.2021
«É o primeiro. A primeira música que gravámos e o primeiro single que tocámos ao vivo (no Hellfest from Home 2021). Na nossa opinião, é uma música perfeitamente equilibrada. Uma história contada através de música e que merece um vídeo que se adeque perfeitamente… O vídeo é uma jornada, que dá ao single outra camada, outra mensagem, uma vez que a Tatiana canta sobre o fardo de pensamentos pesados e quão devastador isso pode ser. O vídeo espelha aquilo em que o mundo tristemente se tornou para muitos de nós…»

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“Mediador”, 28.07.2021
«Com o passar dos anos, percebemos que o mundo à nossa volta está longe de ser aquilo que esperávamos. Através dos olhos de uma criança tudo parecia colorido, melhor e optimista, não era? Quando é que tudo correu mal? Quando é ficou tudo tão cinzento? Será mesmo culpa do mundo? Ou estamos apenas em busca dos objectivos errados? Carreiras, ambições e conquistas erradas em vez de abraçarmos a verdade importante… Como disse John Lennon, se uma pessoa não procurar felicidade, então não percebeu nada da vida…»

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“Wallflower”, 25.08.2021
«Como o realizador Basil Pereverzev nos disse: ‘Nunca desistam e ajam devidamente perante as forças da realidade que escolheram para vocês.’ “Wallflower” é única. Esta é uma música com a qual temos vivido repetidamente. Cada nota, cada batida, cada palavra que a Tatiana canta é bem pensada e brilha. E a história que se desenrola no vídeo é o melhor elogio à música. É, definitivamente, o trabalho com mais camadas que já fizemos sónica e visualmente. Esperamos que os fãs se relacionem com o vídeo e que obtenham algo significativo dele.»

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