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Idolatry: poder da morte

Cadianos com black metal europeu na guelra, os Idolatry apresentam-se furiosos e intolerantes na hora de falar de morte.

Origem: Canadá
Género: black metal
Último lançamento: “In Nomine Mortis” (2019)
Editora: Humanity’s Plague Productions
Links: Facebook | Bandcamp
Entrevista: Diogo Ferreira | Review: João Correia

Canadianos com black metal europeu na guelra, os Idolatry apresentam-se furiosos e intolerantes na hora de falar de morte.

«A nossa evolução musical é guiada pela experiência e autodomínio.»

O álbum: «Criámos um álbum que nos fez evoluir como banda e como indivíduos, e há um equilíbrio entre produção bruta e emoção, mas com um esforço concentrado.»

Conceito: «Explora a aceitação e a compreensão de vários conceitos de morte: físico, interno e além. Musical e liricamente, é uma expressão de diferentes experiências que permitiram esse entendimento.»

Evolução: «A nossa evolução musical é guiada pela experiência e autodomínio. Se a música deve ser violenta, caótica ou melódica, é isso que será. Os sons da segunda vaga do norte da Europa são a nossa maior influência.»

Review: Das estepes geladas do Canadá chegam os black metallers Idolatry, que não poupam tempo a explicar de que massa são feitos com “The Serpentine Possession”, um tema fortemente inspirado pela arte negra norueguesa criada por bandas como Tsjuder ou Mayhem. Retirado de “In Nomine Mortis”, o mais recente trabalho dos canadianos (2019), é uma música furiosa, intolerante e repleta de desrespeito pela musicalidade e pela coerência ou dogmas dos restantes géneros musicais. Goste-se ou odeie-se, os Idolatry vieram para ficar.

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