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GG Allin & the Jabbers: como foi, é e sempre será!

«Apenas punk rock directo na cara, sem arrependimentos e sem qualquer tipo de censura.»

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Origem: EUA
Género: punk rock
Lançamento: “Always Was, Is and Always Shall Be” (reedição, 2020)
Editora: Blood Orange Records
Links: website | shop

«Apenas punk rock directo na cara, sem arrependimentos e sem qualquer tipo de censura.»

Lançado originalmente em 1980, “Always Was, Is and Always Shall Be” é o primeiro álbum de GG Allin & the Jabbers. Quarenta anos depois, a Blood Orange Records reedita o LP oficialmente e com material bónus. «Por favor, não desperdices o teu dinheiro em bootlegs baratas!», sublinha a editora.

Sobre o conceito que moveu a banda naquela época, a editora refere: «Sem contos de fadas, sem canções de amor, sem baladas… Apenas punk rock directo na cara, sem arrependimentos e sem qualquer tipo de censura.»

«GG Allin & the Jabbers são punk rock na sua forma mais crua», salienta-se. Para este “Always Was, Is and Always Shall Be”, «os guitarristas Rob Basso e John Fortin martelaram ritmos e leads firmes, enquanto o lendário baixista Alan Chapple e o baterista Bob MacKenzie martelaram as batidas ao fundo. GG Allin contorce-se, manda-se do palco e brutaliza-se sem perder uma nota da poderosa música que manteve GG Allin & the Jabbers anos à frente de outras bandas de New England no início dos anos 80».

Descritos com precisão como «blood & guts of rock & roll!», GG Allin & the Jabbers influenciaram-se em nomes como Iggy & the Stooges, Dead Boys e Ramones.

Review: The Murder Junkies até pode ser a banda mais conhecida que acompanhou o infame e descontrolado GG Allin, mas tudo começou com The Jabbers quando, em 1980, lançaram “Always Was, Is And Always Shall Be”. Com um som punk rock mais direccionado às origens do género, com muitas influências de Iggy Pop & the Stooges neste lançamento em específico, reina a voz ainda algo juvenil de GG Allin e as guitarras de Rob Basso e John Fortin ao lado do baixo contundente de Alan Chapple e da bateria de Bob MacKenzie. Para coleccionistas, esta reedição é crua e cheia de ritmo! A não perder!

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