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Executor: o fim da inocência

Criados em 2017 de aparentemente nada, os Executor estrearam-se em 2018 com ”Innocence… was yesterday”, um trabalho de heavy metal rigorosamente estudado e que confunde pelos motivos anteriormente referidos.

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Origem: Alemanha
Género: heavy metal
Último lançamento: ”Innocence… was yesterday” (2018)
Editora: Zoundr
Links: Facebook
Entrevista e review: João Correia

Criados em 2017 de aparentemente nada, os Executor estrearam-se em 2018 com ”Innocence… was yesterday”, um trabalho de heavy metal rigorosamente estudado e que confunde pelos motivos anteriormente referidos.

«Depois de passarmos anos na sala de ensaios, evoluímos o nosso som para que fosse forte, duro e directo.»

O que esperar: «O nosso objetivo era criar heavy metal rijo para podermos subir aos palcos com o nosso próprio material. Podem contar com heavy metal com um som bastante moderno, mas, escutando as nossas músicas, será possível ouvir e sentir muita inspiração das bandas clássicas de metal.»

Conceito: «Não existe um conceito principal. Queremos contar histórias, sejam elas baseadas em ocasiões reais, ou também mensagens que podem ser contadas do dia-a-dia.»

Influências: «Depois de passarmos anos na sala de ensaios, evoluímos o nosso som para que fosse forte, duro e directo. Como adquirimos experiência em bandas diferentes, ficou claro que teríamos uma mistura de estilos de todos os membros da banda. Em relação às nossas referências musicais, estamos abertos a qualquer coisa que seja metal e isso nota-se nas nossas músicas: Metallica, Iron Maiden, Slayer, Judas Priest, Amon Amarth,…»

Review: Os alemães Executor surpreendem com um som moderno que tanto vai beber influências do death metal sueco (riifs de guitarra pesadões, mas limpos, acompanhados de vozes ora graves, ora guturais, mas sempre inteligíveis), passando ainda pelo thrash clássico americano. No entanto, o que mais distingue a banda de tanta e tanta oferta actual são os toques pessoais que acrescentam ao seu disco de estreia; por exemplo: em “Blood & Bullets” ouvimos vozes femininas operáticas discretas, mas presentes, o que seria tudo menos o que esperaríamos. Produção nobre, instrumentistas que sabem o que fazem e uma vontade enorme em distanciarem-se de modas – são assim os Executor e que fiquem no activo por muitos e bons anos.

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