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Ex Libris: a tragédia de Ana

Ex Libris é symphonic metal à holandesa e contém em si a poderosa voz de Dianne van Giersbergen. Com a compilação “Ann (A Progressive Metal Trilogy)”, o grupo pretende contar a história de três mulheres chamadas Ana.

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Origem: Holanda
Género: symphonic metal
Último lançamento: “Ann (A Progressive Metal Trilogy)” (2019)
Editora: independente
Links: Facebook | Bandcamp
Entrevista e review: Diogo Ferreira

Ex Libris é symphonic metal à holandesa e contém em si a poderosa voz de Dianne van Giersbergen. Com a compilação “Ann (A Progressive Metal Trilogy)”, o grupo pretende contar a história de três mulheres chamadas Ana.

«Todas essas mulheres têm uma história única, que acreditamos que deve ser contada e nunca esquecida!»

Objectivos: «O nosso objectivo era lançar um álbum conceptual único. Fizemos isso ao lançarmos três EPs diferentes. A música do primeiro EP é progressiva em oposição ao segundo, que é mais sinfónico com elementos progressivos. O último EP é uma combinação de ambos.»

Conceito: «O nosso álbum conceptual intitula-se “Ann (A Progressive Metal Trilogy)”. Nele é contada a história de três mulheres diferentes na História: 1) Anne Boleyn, 2) Anastasia Romanova, 3) Anne Frank. O nosso objectivo é manter a História viva com as nossas músicas e letras. Todas essas mulheres têm uma história única, que acreditamos que deve ser contada e nunca esquecida!»

Sonoridade e referências: «Antes de mais, a nossa música é baseada em metal sinfónico e progressivo, com influências operáticas. As nossas referências musicais são óperas teatrais e outras bandas inspiradoras, como Dream Theater, Symphony X, Nightwish.»

Review: Com a voz poderosa de Dianne van Giersbergen (ex-Xandria), esta banda holandesa executa um metal sinfónico forte e neoclássico que também é capaz de produzir alguma modernidade através de efeitos nas guitarras. A compilação “Ann (A Progressive Metal Trilogy)” junta três EPs que contam as trágicas histórias de Anne Boleyn, Anastasia Romanova e Anne Frank. Em temas como “The Motherland”, referente à jovem Romanova, o grupo consegue incutir um sentido musical russo.

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