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Evil United: a união de todo o mal

Com três álbuns de originais em carteira, e com músicos que já fizeram parte das fileiras dos Watchtower e Sebastian Bach, os texanos Evil United apresentam um trabalho inspirado e nitidamente adulto em “Serpent”.

Origem: Estados Unidos
Género: metal
Último lançamento: ”Serpent” (2019)
Editora: Combat/EMP
Links: Facebook
Entrevista e review: João Correia

Com três álbuns de originais em carteira, e com músicos que já fizeram parte das fileiras dos Watchtower e Sebastian Bach, os texanos Evil United apresentam um trabalho inspirado e nitidamente adulto em “Serpent”.

«Queremos promover “Serpent” onde quer que haja metalheads que gostem de metal a sério.»

O que esperar: «”Serpent” é o terceiro lançamento dos Evil United. Escrevemos com as nossas influências em mente e, no entanto, tentamos não nos preocupar com a moda do que é novo ou do que é antigo. Sentimos que este disco contém o nosso material mais forte. Algum thrash, algum som clássico, algum power, mas tudo metal. Foi realizado com a colaboração de todos os elementos da banda, bem como uma música escrita com Larry Barrigan (guitarrista dos Helstar). Queremos promover “Serpent” onde quer que haja metalheads que gostem de metal a sério.»

Conceito: «É um pouco vago, pois muda de música para música. Os assuntos clássicos estão lá: história da guerra (Operation Overlord), assuntos sobre Deus e o homem (Serpent), espíritos do vodu/vida após a morte (Haitian Death Song), infestação (Vespidae) e respeito pelos antepassados ou influência mental por meio da música e arte e humanidade (Hero).»

Influências: «A resposta típica seria a maioria das bandas de power metal ou clássicas, Priest/Maiden/Mercyful Fate/Slayer/Metallica. Mas, como já temos três discos, as músicas têm continuidade. Os riffs estão sempre ligados ao som, a voz encaixa-se nos riffs, a bateria flui, tudo porque é a mesma linha de escritores internos. A evolução da banda (pois já não somos jovens) é criar metal pela razão certa. Escrever uma música que gostemos de tocar ao vivo, que tenha emoção ou até algo meio estranho que a faça parecer Evil United.»

Review: A experiência ajuda-nos a distinguir um bom  trabalho de um trabalho excelente e o dos Evil United situa-se na última categoria. Como a própria banda admite, trata-se de um colectivo adulto; a imensa rodagem e músicos de alto calibre são apenas pormenores que ajudam a perceber que “Serpent” é um disco que dificilmente passará despercebido. “Raise The Sword” é um tema que serve perfeitamente como entrada para o que está para vir, com riffs sólidos e interessantes, uma secção rítmica geral muito forte e solos à boa maneira americana. Fãs de bom metal clássico de assinatura terão em “Serpent” um bom exemplo de como fazer as coisas bem feitas.

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