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Divine Anger: metal anti-guerra

Da Alemanha, os Divine Anger apresentam o seu expressive power metal.

Origem: Alemanha
Género: thrash/groove/power metal
Último lançamento: “Guru of Hate” (EP, 2021)
Editora: independente
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Apaixonados pelo metal e por um universo empático, os Divine Anger apresentam o estilo a que chamam de expressive power metal.

«O que tentámos criar é uma atemporal declaração anti-guerra.»

O que esperar: «O que tentámos criar é, na verdade, uma atemporal declaração anti-guerra. O que as pessoas podem esperar disso? Metal cativante que te leva por uma jornada emocional. Demos tudo para tornar as nossas primeiras cinco músicas tão intensas e emocionantes quanto possível. E quanto mais o ouvinte se envolve, mais surpreendido e emocionado fica, tanto musical como liricamente.»

Conceito: «O EP é sobre vários eventos da Segunda Guerra Mundial, que, logicamente, se sucedem no tempo.
“Guru of Hate” é o extremo do expressive power metal – com berros, pedal duplo estrondoso, guitarras down-tuned e sintetizadores misteriosos que geram tanto poder que ninguém vai perder a mensagem.
“Behind the Wall” narra a comovente história da família Frank, que teve de se esconder dos nazis durante a Segunda Guerra Mundial.
Em “Always Now”, na verdade, tenta-se algo impossível, nomeadamente dizer o indizível. O enredo passa-se num dos capítulos mais sombrios da história da humanidade, mas aponta para algo atemporal: empatia universal.
“D-Day” é uma música anti-guerra sobre a famosa batalha na Normandia. A música, com letras muito poéticas, relata os horrores desse combate na perspectiva de um soldado.
“When Angels Sleep” é sobre o casal Goebbels matar os filhos pouco antes do fim da guerra e suicidar-se de seguida na crença confusa de que estavam a fazer algo de bom. Esta música pinta um quadro sombrio do que lhes podia esperar depois.»

Sonoridade e influências: «Descrevemos o nosso som como expressive power metal, um estilo que varia do melódico ao agressivo, mas é sempre cativante como o caraças! Portanto, ouvirás principalmente vozes limpas nas nossas músicas, mas também berros, grunhidos ou a mistura desses diferentes estilos vocais que são inspirados em subgéneros como death metal melódico ou metal alternativo em vez de bandas específicas.
Mas toda a gente tem heróis, e as nossas influências mais fortes são bandas como Iced Earth, Helloween e Angel Dust. Ao mesmo tempo, todos apreciamos o impacto de géneros metal mais agressivos.»

Review: Intensos e agitados, estes alemães cruzam thrash, groove, power e algum metalcore de forma algo peculiar, o que lhes concede uma assinatura muito própria e difícil de imitar. Em músicas que não se alongam muito, os Divine Anger conseguem inserir vários riffs e várias estruturas, sem se ofuscar os refrãos, fazendo com que cada segundo seja uma caixinha de surpresas que não nos permite sentir enfado.

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