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Chronosphere: o vermelho do nosso descontentamento

Com três longa-duração na bagagem, os helénicos Chronosphere regressam em 2019 para apresentar um novo single onde o thrash metal dos anos 80 e o rock também dessa década são reis.

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Origem: Grécia
Género: thrash metal
Último lançamento: ”15/7” (2019)
Editora: independente
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Entrevista e review: João Correia

Com três longa-duração na bagagem, os helénicos Chronosphere regressam em 2019 para apresentar um novo single onde o thrash metal dos anos 80 e o rock também dessa década são reis.

«Acho que a banda continua a evoluir o seu som, como qualquer banda com respeito próprio deve fazer.»

O que esperar: «Trata-se de um lançamento digital. O objectivo era apresentar aos nossos fãs o nosso novo trajecto musical, aquele que melhor nos tem exprimido nos últimos anos. Foi também uma tentativa de abordar um som vintage e natural. As pessoas podem esperar exclusivamente por boa música.»

Conceito: «O conceito global é tentar combinar as nossas influências do thrash metal com as do rock n’ roll. Queremos descobrir o novo caminho da música em que nos estamos a inserir ultimamente. Em termos de letras, as nossas músicas lidam sempre com assuntos sociais e relacionamentos pessoais.»

Influências: «Os CHRONOSPHERE começaram como uma banda thrash/techno thrash da velha guarda. Mais tarde, porém, descobrimos o nosso som, que se situa entre o thrash metal e o rock n’ roll, ao qual chamamos Red N’ Roll. As nossas principais influências serão sempre bandas como Megadeth e Motörhead, mas, agora, gostamos de Danzig, Billy Idol, Motley Crüe e AC/DC. Acho que a banda continua a evoluir o seu som, como qualquer banda com respeito próprio deve fazer.»

Review: O thrash metal dos Chronosphere baseia-se em dois princípios simples: criar temas explicitamente à la anos 80 e imbuí-los de rock de várias épocas, principalmente hard rock, também dos idos de 80. Ouvindo “All In” é mais fácil de perceber as semelhanças com o período temporal e a toada sonora: andamento rápido, o descompromisso clássico das bandas desse tempo e um feeling de frescura, o que acaba por criar alguma nostalgia. A produção, essa, é plenamente moderna e sem mácula, ainda que o som cheio possa dar a entender o contrário. Uma boa entrada para um hipotético disco em carteira.

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