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Chris Adler sobre a saída de Lamb Of God: «Estar preso a uma fórmula ‘criativa’ não reforçou o amor por tocar»

Foto: Travis Shinn

Após ter-se ausentado dos Lamb Of God no Verão de 2018, Chris Adler recomendou Art Cruz (Prong, Winds Of Plague) para o seu lugar, com o acidente de viação sofrido em 2017 a parecer ser a causa principal desta ausência.

Em Julho passado, num comunicado difundido via Facebook, a banda dava as boas-vindas a Cruz como seu novo baterista, agradecendo ainda a Adler pelos seus contributos. No mesmo texto, é referido que o grupo estava prestes a entrar em estúdio para pré-produção e gravação do próximo disco.

Três meses depois, é o próprio Chris Adler quem explica o ponto de situação, começando por dizer que, ao longo de 26 anos, «cada um de nós sacrificou e perdeu muito a nível pessoal para viver o sonho». «Vou adorar sempre cada membro da banda por ter acreditado em mim e por concordado em conquistar o mundo. Conseguimos encontrar algum amor na máquina, mas, por sua vez, há coisas que não podem ser recuperadas. Não abandonei o sonho. Não tomei a decisão de deixar o trabalho da minha vida. A verdade é que não estou disposto à falta de criatividade [no original: «paint by numbers»]. Desejo o melhor aos meus irmãos nos próximos empreendimentos. Asseguro-vos que vão ouvir falar de mim novamente. Deram-me um dom e esperança para continuar a partilhar isso.»

Mais à frente, o norte-americano fala num «conceito ambíguo» sobre ser-se um vendido, sublinhando que «estar preso a uma fórmula ‘criativa’ e/ou tocar a mesma música 10.000 vezes não reforçou o amor por tocar». Remata, esclarecendo que nunca foi alguém disposto actuar sem compromisso (no comunicado: «phone it in»).

Sobre o acidente de mota na Tailândia em 2017, o baterista revela que «não foi bonito» mas que está bem desde Agosto de 2018.

Para além de Lamb Of God, Adler é conhecido por ter participado em “Dystopia”, o álbum dos Megadeth lançado em 2016.

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