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Childrain: aparições prateadas

Aqui tão próximo, o quinteto basco Childrain dá continuidade a uma devastação sonora ao seu quarto disco de originais, sempre com o death metal como bússola, mas sempre seguindo o seu próprio caminho.

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Origem: País Basco
Género: death metal melódico / metalcore
Último lançamento: “The Silver Ghost” (2019)
Editora: independente
Links: Facebook
Entrevista: João Correia | Review: Diogo Ferreira

Aqui tão próximo, o quinteto basco Childrain dá continuidade a uma devastação sonora ao seu quarto disco de originais, sempre com o death metal como bússola, mas sempre seguindo o seu próprio caminho.

«A mensagem que estamos a tentar transmitir às pessoas é que procurem por elas mesmas, através da meditação ou de qualquer técnica.»

O que esperar: «O nosso principal objectivo era espalhar a nossa música em todo o mundo, pois esforçámo-nos mais anteriormente na divulgação nacional. Desta vez, temos o apoio de uma gravadora internacional e que está a funcionar muito bem, pois temos a nossa música disponível em todos os países, o que é óptimo. As pessoas podem esperar um álbum de metal com uma ampla gama de influências, que produz um som que acho que tem uma vibe mesmo original. Podem contar com paredes de guitarras, um baixo frenético, gritos e bastantes refrãos épicos.»

Conceito: «A maioria das músicas está relacionada com viagens astrais e experiências extracorpóreas semelhantes. Sempre foi um tipo de sentimento interior que precisávamos de contar ao resto do mundo. A mensagem que estamos a tentar transmitir às pessoas é que procurem por elas mesmas, através da meditação ou de qualquer técnica, encontrem a raiz do seu eu interior. A vida não é apenas o que podemos ver e ouvir; há uma fonte inesgotável de outras experiências que estão ao lado dos nossos domínios da mortalidade; encontrem-nas antes de morrerem!»

Influências: «Estamos sempre à procura do nosso próprio som pessoal, logo, após estes dois últimos lançamentos pensamos que estamos no caminho certo. Não estamos interessados em tecnologia e em soar como todas as bandas de metal, tentamos isolar a sonoridade, a energia, o momento… tudo o que ouves foi gravado, o que é extraordinariamente estranho nos dias de hoje. O que nos move é tentar capturar a centelha que ocorre quando tocas ao vivo, aquele batimento cardíaco que sentes ao ouvires a tua música preferida. Pensamos que atingimos um som reconhecível e que definitivamente somos orgânicos e poderosos. O nosso produtor e engenheiro de som é o principal compositor da banda, por isso torna-se mais fácil soar áquilo que queremos.»

Review: Com quatro álbuns na sua colecção discográfica, este grupo basco tem o death metal melódico como base, mas puxa a sua sonoridade até à actualidade com a inclusão de condimentos relacionados com o metalcore e com o hardcore, especialmente na forma como se usam berros mais abertos em faixas como “The Valley Of Hope”. Depois, há ainda uma orientação criativa de modo a comporem-se temas cativantes, o baixo audível e a precisão técnica nos solos de guitarra.

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