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Chelsea Wolfe lança dois temas nunca antes revelados e um documentário

Chelsea Wolfe comenta os dois novos temas e o documentário de 30 minutos.

Cantautora de renome, que vai da folk/americana ao doom metal, Chelsea Wolfe partilha duas músicas oriundas das sessões do álbum “Birth of Violence” (2019). Enquanto “Woodstock” é uma versão de um original de Joni Mitchell, “Green Altar” é um tema da sua autoria.

Sobre a primeira, comenta: «Enquanto me preparava para a digressão do “Birth of Violence”, andava a ver muitos vídeos da Joni Mitchell. Uma actuação sua no Canadá em 1966 acabou por inspirar o vídeo para a minha canção “Highway”. Certa noite, depois de estar a trabalhar no live-set, o Ben e eu estávamos juntos e estavam a rodar vídeos da Joni… Deu a “Woodstock” e comecei a cantar. Depois disso, simplesmente perguntei ao Ben se queria fazer uma versão comigo para a digressão – fomos para o estúdio e começámos a trabalhar. A versão surgiu muito naturalmente e foi um deleite tocá-la em palco todas as noites. Obviamente, a Joni é uma grande inspiração para este lado da música, portanto pareceu-me bem prestar-lhe homenagem.»

Quanto à segunda, acrescenta: «É uma canção carinhosa que, infelizmente, não entrou no álbum. É uma canção de amor que escrevi quando descobri que os meus queridos amigos Bill Crisafi (artista) e Hogan McLaughlin (designer) estavam noivos. Tive uma visão do casamento num espaço aberto luxuriante e verde ao pé de uma majestoso castelo em ruinas.»

Ao mesmo tempo, a norte-americana lança um documentário de 30 minutos sobre a digressão de “Birth of Violence” que, devido à pandemia, foi interrompida. O projecto foi dirigido por Bob Cochran, que captou imagens em palco e nos bastidores. Chelsea Wolfe discute também a criação do álbum, como é estar em digressão e os seus rituais.

Chelsea comenta: «Não é da minha natureza querer câmaras à minha volta quando estou concentrada ou a fazer aquecimento vocal antes de um concerto, ou quando estou com amigos ou família nos bastidores, mas o Bobby pediu e, no espírito de documentar aquela era da minha vida musical, dei-lhe as boas-vindas. Depois de começar a pandemia e ter que voltar para casa da digressão acústica europeia, fiquei agradecida por ele ter estas imagens e por estar a juntá-las. Quero partilhar este documentário também por essa razão, por aqueles que tinham bilhetes para os concertos cancelados, e para, de certa maneira, dizer adeus ao período em que passei focada no “Birth of Violence”, pois estou a fazer planos e com a mente virada para o próximo álbum.»

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