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Amorphis, novo álbum “Halo”: «Mais pesado, mais progressivo, mais orgânico»

O próximo álbum dos Amorphis chega em Fevereiro de 2022.

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Foto: Sam Jamsen

Veteranos do metal e do rock, há mais de três décadas que os Amorphis têm deixado a sua marca, que tanto pode ser melancólica como agressiva. Culturalmente relevantes, os finlandeses têm em “Halo” o seu próximo álbum, que será lançado a 11 de Fevereiro de 2022 pela Atomic Fire Records.

Novamente a interpretarem à sua maneira os épicos tradicionais da Kalevala, desde já, a promoção classifica “Halo” como progressivo, melódico e melancólico, dando assim um prolongamento à trilogia que começou com “Under the Red Cloud” (2015) e que se seguiu com o muitíssimo bem-recebido “Queen of Time” (2019).

«É realmente um grande sentimento ainda conseguirmos produzir música muito decente como banda», comenta o guitarrista Esa Holopainen, acrescentando: «Talvez um certo tipo de auto-crítica e muita experiência culminem nestes últimos álbuns.» Sobre o próximo tento, Holopainen diz ainda: «É reconhecivelmente Amorphis do início ao fim, mas a atmosfera geral é um pouco mais pesada e mais progressiva, e também orgânica se compararmos com o predecessor.»

Tomi Joutsen, que é tão capaz de explodir com berros colossais como suavizar o cenário com uma limpeza vocal cristalina, comenta: «”Halo” soa mais despojado em comparação a “Queen of Time” e a “Under the Red Cloud”. Contudo, não se enganem: quando uma certa música precisa de soar em grande, então soa em grande.»

Quando ao departamento das letras, a poesia imaginativa baseada na Kalevala continua a cargo do especialista Pekka Kainulainen. «Desde o primeiro dia, o Pekka sempre foi um entusiasta e prolífico letrista de Amorphis», assegura Joutsen. «Traduzir a poesia arcaica finlandesa para inglês e adaptá-la aos nossos ritmos progressivos é um processo lento. Felizmente, o Pekka faz tudo a tempo e com grande cuidado.»

Sobre o conceito, Pekka finaliza: «”Halo” é um disco com temas livres cheios de histórias de aventura sobre o norte mítico. As letras falam de um tempo ancestral quando o Homem vagueava até às fronteiras boreais após a Idade do Gelo. À medida que descrevo o renascimento de uma cultura seminal num mundo de novas oportunidades, também tenho alcançar as forças eternas da mente humana.»

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