#Guitarrista

Subsolo

Age of Fire: ressuscitados pelo fogo

Ressuscitados recentemente, depois de um hiato que durou quase 30 anos, os Age of Fire partilham connosco o seu heavy metal melódico combinado com prog, thrash e hard rock.

Origem: EUA
Género: heavy/prog metal
Último lançamento: “Shades of Shadow” (2020)
Editora: Sliptrick Records
Links: Facebook | Bandcamp

Ressuscitados recentemente, depois de um hiato que durou quase 30 anos, os Age of Fire partilham connosco o seu heavy metal melódico combinado com prog, thrash e hard rock.

«”Shades of Shadow” foi um grande salto para nós em muitos aspectos.»

O álbum: «”Shades of Shadow” foi um grande salto para nós em muitos aspectos. Tem seis faixas instrumentais que apresentam uma variedade de influências com o nosso próprio toque nelas, mas com a nova vocalista Laura Viglione em três faixas, estas são as jóias deste disco. Há também uma faixa thrash, a “Time Is Running Out”, com o vocalista anterior Greg C. Brown. Este CD também dá as boas-vindas a Mike Heck no baixo e bateria, bem como na gravação de algumas faixas, mistura e masterização. Sonicamente, este é um nível totalmente novo para nós e muito empolgante para as pessoas ouvirem. Temos sido muito afortunados por trabalhar com a Metal Coffee PR e com a Sliptrick Records, que nos dão visibilidade e alcance global. Com a pandemia, temos estado mais activos nas redes sociais e mal podemos esperar por actuar num futuro próximo.»

Conceito: «Não há um tema geral, mas tentamos homenagear algumas das pessoas que nos influenciam. Há partes de thrash, sinfónico e prog. Liricamente, “Crystal Ball” é uma homenagem a Dio. A expressão Age of Fire refere-se ao tempo antes do fim do mundo, portanto há alguns títulos e temas obscuros. A música instrumental exige um pouco mais do ouvinte, por não ser explicada em palavras, mas leva-o por uma jornada diferente. “Fairystones” é uma grande homenagem ao metal escandinavo. “High Speed Chase” é no estilo de Joe Satriani. Outras faixas são apenas música de Age of Fire. O nosso próximo disco está actualmente em desenvolvimento e será muito mais focado nas letras. Procurem por novas músicas após o primeiro dia de 2021.»

Influências e evolução: «O Greg tem as suas raízes no início dos anos 80, por isso, definitivamente, Metallica, Iron Maiden, Black Sabbath, Dio, Savatage, Queensrÿche, Helloween e bandas posteriores, como Pantera, Nevermore e Nightwish. Existem muitas. O Mike e a Laura cresceram mais nos anos 90 e trazem diferentes influências como Halestorm, The Smashing Pumpkins e Coheed and Cambria. No que diz respeito à evolução, começámos como uma banda thrash e separámo-nos em 1993. O Greg reavivou o catálogo antigo e lançou uma gravação da formação original, de seguida fez um segundo disco, “Obsidian Dreams”, a trabalhar com outros músicos. Assinou contrato com a Sliptrick Records em 2019 e chamou o Mike e a Laura para “Shades of Shadow”. O material mais recente recai muito mais na categoria de metal progressivo, mas não somos fãs de rótulos. Só esperamos que as pessoas nos ouçam e formem as suas próprias opiniões.»

Review: Originalmente formados em 1988 e com um álbum de título homónimo lançado nesse ano, este trio norte-americano retornou quase 30 anos depois! Neste regresso, a banda, actualmente sediada no Estada da Virginia, não tem perdido tempo e já possui, na totalidade, três álbuns, sendo “Shades of Shadow” o mais recente. Com riffs ríspidos que facilmente se enquadram no espectro do thrash metal, o grupo também evidencia uma certa inclinação ao hard-rock do seu país com momentos menos agressivos e mais amistosos, especialmente se tivermos em conta a prestação da nova vocalista Laura Viglione. Temas como “King of Aquilonia” são um bom exemplo de como a banda consegue soar dura e melódica ao mesmo tempo.

Facebook

Destaques

Notícias

Artigos

Mundo das Guitarras © 2021